domingo, 10 de outubro de 2010

Problemas de confiança

Qualquer ato de amor é uma questão de fé.

A gente sabe que pode não ser correspondido na mesma moeda, mas vale a pena arriscar?

Acho que isso vai depender do tamanho da nossa carência e do quanto a gente precisa se amparar no outro. Se amparar em quem não minta nunca, nunca engane, que seja sempre sincero e companheiro. Se a gente é capaz de ser assim, por que o outro não consegue? Se nós mulheres conseguimos ser verdadeiras o tempo todo, o que há de errado com os homens?

Com esta dor no coração e esta dúvida na minha cabeça, fui assistir o homem dos meus sonhos, Seth Meyers, no quadro Weekend Update. Ele falava sobre uma questão de relacionamentos mais discutida pelos homens:

Meu amado dizia que um estudo recente sobre sexo apontava que 85% dos homens entrevistados afirmaram que sua parceira mais recente chegou ao orgasmo enquanto apenas 64% das mulheres afirmaram ter atingido o orgasmo em sua última relação sexual.
"Acredito que isso prova o quanto as mulheres têm dificuldade de notar seus próprios orgasmos" - disse meu querido Seth.

Ele sempre tem um jeitinho de me fazer sentir melhor. Não necessariamente uma pessoa melhor... só melhor.

sábado, 25 de setembro de 2010

Dormi como um bebê nessa TPM...


Pois, é. Acordei chorando de três em três horas...

Honestamente? Copyright gneicco.


domingo, 15 de agosto de 2010

E Seth Meyers Respondeu...

Eu amo a tecnologia...

Sabe quando a gente é tiete? Tiete o bastante para a calcinha vir parar na cabeça, de tanta bobagem que a gente pensa. Tinha que ter um nome grego para esse amor. Tudo bem, é Eros! Mas aí o cara faz alguma coisa e você fica mais apaixonada pelo trabalho do cara do que pelo cara em si... Ergon, trabalho. Amor Ergonerótico. A tiete é melhor.

Aí eu fico tweetando o sujeito, como quem grita num show. E eu twito, e twito... Porque twittette é assim mesmo...
Vai trabalhar, desgraçado! Quero ver sua carinha bonitinha de novo. Quando volta esse programa cretino?! (muita coisa se perde na tradução).

E o que acontece?
Aiminhamamãeéeleeomeunomejuntosnamesmaimageméeleéeleéele!

Como eu amo nerd de terno e gravata... O avatar dele é o personagem Besouro Azul com o rosto dele. Cortesia de ninguém menos que Kevin Maguire!
Ted Cord é o palhaço da Liga da Justiça. Só ele para chagar para o Batman, depois de receber uma ordem mal-humorada dele e perguntar:"Qual é a palavrinha mágica"
"AGORA!", responde o morcegão.
"Ah, bom!" responde Ted, satisfeito.








E nada mais lindo no mundo que um fã de quadrinhos inteligente e bem vestido... Seth arrebentou ao apresentar os ESPY's, o Oscar dos esportes em Los Angeles. Aí o pessoal ficou chorando para ele apresentar o Oscar mesmo. Coitado do Hugh Jackman. Fez um trabalho tão bonitinho.




O que é que eu poderia dizer...?


"Com você tudo é bom, fofinho! Caso você espirre de hoje até o dia 24 de setembro, saúde!"

A propósito, meu amado não gosta muito de tecnologia... Será que é porque qualquer tiete pode ficar atazanando ele a qualquer hora?

Vamos ver se é. Tá legendado. Até a Cnet me descobrir, isso fica online.


sábado, 24 de julho de 2010

Baixa esse volume, ô garoto!!!!


Eu realmente peço perdão a todos os vizinhos que incomodei, junto com meus amigos, com os bailes até tarde. Não tem nada mais chato do que tentar ouvir seus próprios pensamentos dentro de sua própria casa e não conseguir. Tudo bem, quando você mora perto de um clube, não tem jeito. Poxa, eu moro perto de um salão de festas. Tudo bem, eu tenho o direito de chamar a polícia depois das dez. Só que o som vibrando no meu apartamento já me deu dor de cabeça só de tocar das 18:00 às 21:00. E olha que o troço fica do outro lado da rua.

Se eu descobrir o corno que montou isso no terraço do prédio da frente eu mato!

Eu já devo estar gagá, - não tanto quanto a outra Lady, pois ainda não acho que alumínio seja um bom "tecido" para fazer roupa - mas eu me lembro de conversar com meus amigos no baile. Depois de um tempo, conversar ficou impossível mesmo. Depois ficou impossível pensar. Depois ficou impossível dormir, porque eu fui morar numa certa esquina da Tijuca. Na esquina oposta, onde antes era uma marcenaria, abriram a "Embaixada do Nordeste".

Que saudade do barulho das serras. Mas eu disse a mim mesma: "Pelo menos, quando essa onda miserável passar, vai vir algo suportável. Não tem jeito de ficar pior do que isso.

É..

O bonde das gostosas vem aí para jogar o feminismo no lixo e provar que, se só um tapinha não dói, uma surra, uma sessão de tortura e desmembramento ocasionando na ocultação do cadáver não pode ser tão nocivo assim.

Ah, eu nem vou entrar naquela discussão interminável sobre o valor do Funk. Teve um filme tão legal com o rapaz do "Barrados no Baile", Jason Priestley, sobre isso - Proibido para Menores. O filme trata do quanto a música era uma ofensa para os mais velhos. Eu me lembro do primeiro Rock'n Rio (SIM, eu sou VELHA!!! Graças a Deus - porque isso prova que eu ainda não morri!!) quando os pais achavam que o mundo iria acabar e que aquilo era o portão para o inferno. Eu ainda não poderia ir, mas minha irmã mais velha voltou coberta de lama e de alegria.

Talvez tenha tido muito barulho na nossa época também. Quem tem medo da Lady Gaga quando se lembra da Nina Hagen? E teve coisa muito pior, mas eu não lembro deles serem uma febre, ou de serem reconhecidos como movimento cultural. Eu lembro que Justin Bieber era cinco: Menudo!!! Eu fui menudete. Eu não tenho vergonha, não. Eu podia estar engravidando em trenzinho no Baile Funk.

Bom, apesar de curtir gente que aparece por agora, tipo o Blitzen Trapper que toca na fitinha lá em cima, eu vou dar uma de velha coroca e admitir que tenho saudades de antigamente, quando até a merda era legal.

Ela mesma: Lindaaaaa garotaaaaaaaa, de Berliiiiiiiiiiiiiiiiiiiiimmmm!

Tá lembrando dos anos oitenta? Lembra direito, porque você já vem enquanto eu ia - só que você não viu nada por lá e HÁ! HÁ! HÁ!



A ironia? Esse troço que eles estão dançando é muito mais funk do que o "funk" carioca.

Eu até iria fazer uma comparação e colocar(
cuidado isso é o link para) uma letra do K-9, mas não vou fazer isso com meu blog. Meus alunos dizem que nem todo funk é agressivo, mas eu não lembro de sentir dor nos ossos do rosto - sério, é isso mesmo que eu sinto! - ao ouvir uma "melodia". Só acontece com esses caras.

Ai, só para limpar a mente depois de uma breve lembrança desse lixo, um barulho bem alto, bem cafona, bem ofensivo - daqueles que a gente berrava com raiva!



Os pais gritavam com a gente, mas pelo menos a gente aprendeu a escolher música. Fazer vídeo é outra história, mas música, a galera sabia fazer.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

A filosofia moderna e a nova ortografia.

"Por isso que eu não como esses troços de lagosta nem nada assim. Porque essas coisas estão vivas quando são mortas". Snookie, uma das personalidades mais populares dos EUA, e mais ricas também.

Aí eu descubro que o governo brasileiro cortou 1,2 bilhões de reais da receita para a Educação. E aí eu vou espairecer no alcateia.com e comentar o final de Lost com meus amigos nerds. E aí eu vejo esse comentário tão bonitinho, na era do corretor ortográfico.

O corretor ortográfico é uma atualização que o Firefox dá, ou outro navegador qualquer. Mas afinal, para quê corrigir, né. Dá pra entender, não dá?

“Obviamente que nós não temos a sapiência de um sociólogo. Ou de alguns... ou de alguns... esta semana, é engraçado, eu fui chamado de analfabeto, essa semana eu fui chamado de ditador porque indiquei a Dilma pelo dedaço e essa mesma semana eu ganhei o título de estadista do ano...eu compreendo o ódio que isso causa. Eu compreendo, porque o intelectual ficar assistindo um operário que só tem o quarto ano primário e não tem vergonha de dizer... ganhar tudo o que ele imaginava que ele pudesse ganhar e não ganhou por incompetência... é muito difícil... " Página de informações do Facebook do Lula.

Numa democracia, popularidade basta para ser presidente. Ainda mais com um governo que desvaloriza a educação e um povo que desiste de lutar por ela.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Só de Sacanagem!

Por Elisa Lucinda

Meu coração está aos pulos!
Quantas vezes minha esperança será posta à prova?
Por quantas provas terá ela que passar?
Tudo isso que está aí no ar, malas, cuecas
que voam entupidas de dinheiro,
do meu, do nosso dinheiro
que reservamos duramente para educar
os meninos mais pobres que nós,
para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais,
esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade
e eu não posso mais.

É muita gente para tomar conta. Planejamento familiar, responsabilidades para o menor de idade e fim da ilusão de que construção ilegal é solução para a falta de moradia precisam parar de ser tabu e palavrão na sociedade.

Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz,
minha confiança vai ser posta à prova?
Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais?
É certo que tempos difíceis existem
para aperfeiçoar o aprendiz,
mas não é certo que a mentira
dos maus brasileiros
venha quebrar no nosso nariz.

Meu coração está no escuro,
a luz é simples,
regada ao conselho simples de meu pai,
minha mãe, minha avó
e os justos que os precederam:
"Não roubarás",
"Devolva o lápis do coleguinha",
"Esse apontador não é seu, minha filha".

Ao invés disso,
tanta coisa nojenta e torpe
tenho tido que escutar.
Até habeas corpus preventivo,
coisa da qual nunca tinha visto falar
e sobre a qual minha pobre lógica ainda insiste:
esse é o tipo de benefício
que só ao culpado interessará.

Irmã Dorothy Stang lutou em defesa do Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS). "O uso democrático da terra vai permitir que todos ganhem". O setor 55 do projeto chama-se "Esperança".

Pois bem, se mexeram comigo,
com a velha e fiel fé do meu povo sofrido,
então agora eu vou sacanear:
mais honesta ainda vou ficar.
Só de sacanagem!

Dirão: "Deixa de ser boba,
desde Cabral que aqui todo mundo rouba"
e vou dizer: "Não importa,
será esse o meu carnaval,
vou confiar mais e outra vez.


Como é que um troço tão básico como não ser condenado por um crime precisa de um projeto de lei para impedir uma candidatura? E olha que a condenação ainda vai ser revista por dois juízes que vão considerá-la relevante ou não...

Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos,
vamos pagar limpo a quem a gente deve
e receber limpo do nosso freguês.
Com o tempo a gente consegue ser livre,
ético e o escambau."

Dirão: "É inútil, todo o mundo aqui é corrupto,
desde o primeiro homem que veio de Portugal".
Eu direi: Não admito,
minha esperança é imortal.

Eu repito, ouviram? Imortal!
Sei que não dá para mudar o começo
mas, se a gente quiser,
vai dar para mudar o final!

Agora que você já leu, vamos ouvir para decorar e declamar sempre que necessário for:



E vale a pena visitar a Lucinda. Olha ela aí:http://www.escolalucinda.com.br/

sábado, 17 de abril de 2010

É ruim porque é ilegal ou é ilegal porque é ruim?

Ter opiniões diferentes da Justiça nunca é fácil, mas é por isso que a Justiça existe. Eu acho que seria uma ótima ideia assassinar meu vizinho, mas a lei não permite que eu faça isso. Assim, a vida do meu vizinho está protegida pela lei e pela minha incapacidade de esconder pistas, por mais que eu veja CSI.


Poucos entendem as vantagens da morte do meu vizinho, mas eu posso garantir que não vai haver perda ou dano a nenhum membro da sociedade, além dele mesmo, se ele morrer. Eu posso decorrer por muito tempo sobre isso, mas não vou convencer a todos. Talvez convença poucos. O pior problema é que a ideia de saber que alguém morreu a marteladas, beliscões ou apenas com um tiro certeiro enoja muitas pessoas.

Difícil resistir à tentação de vestir um casaco de chinchila com um pelo gostoso como esse em tom natural de violeta. Só é preciso esfolar o bicho vivo para o pelo não perder o brilho.

Por isso existem sociedades protetoras para criaturas que não são protegidas por lei. Chinchilas, raposas e foquinhas bebês não têm direito à vida legalmente. Caçar animais é condenável, mas não por lei. Pelo menos, não é assassinato.

Mas estes caçadores estão lá longe. Lá no Alasca, lá na Sibéria e marretam suas vítimas com muita discrição. Como evitar que eles continuem atuando? Acabando com a demanda pelo produto final de sua atividade. Não se compra mais casacos de pele.

La Jolie jura que isso é pele falsa.

Fácil falar, mas como convencer uma sociedade acostumada com um produto confortável, bonito e que é sinal de status? Ativistas começaram a pegar pesado para proteger as foquinhas. Primeiro começaram a jogar tinta vermelha em casacos de pele. Depois os próprios usuários começaram a pagar pelos crimes dos caçadores - eles eram tratados como responsáveis diretos da morte dos animais, apesar de serem responsáveis indiretos.

Sair por aí vestindo um casaco de pele exige coragem e alguma explicação ("é da minha avó... é a pele do meu labrador que morreu ano passado... é de mink, mas ele era um bicho muito ruim").

O estilista diz que essas peças foram feitas de outros casacos de pele. Nenhum bichinho que já não estava morto, foi cortado para fazer estas roupas.

Pois é... Mas se você está com o pensamento claro, já sabe onde eu quero chegar.


O resto do seu casaco de pele está aqui.

As campanhas para salvar foquinhas são pavorosas. Mas quando se fala sensibilizar o usuário de drogas a coisa tem que ser vista com muito cuidado. Não se pode ofender quem é vítima da sociedade. Aliás, tem um monte de motivos para usar drogas e só um para parar de usar: tem gente morrendo por causa do mercado que o viciado financia.

Viciado, não!!! Dependente químico que precisa ser compreendido e ajudado.

Com a legalização das drogas, isso seria resolvido, né? O dinheiro, ao invés de ir para o bandido, iria para o governo. COMO É QUE ALGO COMO CRACK E HEROÍNA PODEM SER LEGALIZADOS? Que fabricante vai assumir a qualidade destes produtos?! E quem é que vai querer ser ficar à mercê de processos mais cabeludos dos que a indústria de cigarros - que, caramba, vai bem, obrigado!

Tudo bem, ele não tem dinheiro para comer. O crack é de graça?
Eu também tenho pena dele, mas ele não vai ter pena de mim.

Mesmo que se legalize, vejam o caso de outra droga: o álcool. O Absinto de verdade tinha uns 60% de teor alcoólico. Engasga Gato nenhum, que esteja no mercado, tem mais que 40% de teor alcoólico. Álcool é uma droga legalizada, mas ela precisa seguir certas normas para ir para o mercado. Quem é que vai querer ser usuário de um crack "seguro"?

Ah, mas legaliza só a maconha, que é uma droga mais intelectual - apesar de papo de maconheiro ser a coisa mais estúpida que eu já vi na vida. Aliás, esse papo só pode ser papo de maconheiro, porque uma coisa tão egoísta só pode vir de quem vive num microcosmo mesmo!

Estas imagens não adiantaram contra os tabagistas?
Bom, o PETA não desistiu tão fácil, desistiu?

Não! Vício pelo vício, o usuário não tem motivos para parar. Ele escolheu aquele caminho, ele escolheu lidar com este problema. As leis de trânsito tentam nos proteger da irresponsabilidade dos bêbados. Felizmente ninguém mais precisa respirar o mesmo ar que o colega tabagista. Mas as consequências do uso de drogas, até da maconha baratinha, é um Estado perdido e humilhado por um império instável pra caramba!

Para quem mora no Rio de Janeiro, isso pode ser considerada uma morte por causas naturais.

Não é imoral, do ponto de vista patriótico, ser dependente químico. O álcool causa mais vítimas, mata mais, causa mais vergonha, blá, blá, blá... NINGUÉM LIGA!!!

O usuário de drogas está tendo que lidar com a dor da realidade sobre o ideal e os conflitos internos? Tá bom! Tenta a fluoxetina! Nenhum traficante vende fluoxetina. Tem sob receita na Botica do Rio e em qualquer farmácia de manipulação. Vinte reais um pote com sessenta comprimidos. Causa dependência, não, não sei, DANE-SE!!! Tem um Rio de Janeiro que era lindo perdido e perigoso na mão de gente que consegue dinheiro FÁCIL.

O motivo que leva jovens de classe média e alta a se tornarem usuários de drogas já não me interessa há muito tempo.

O motivo principal da alimentação dessa indústria é egoísta e FÚTIL. Não é o desesperado que movimenta essa máquina - esse vai morrer logo. É o fútil, o irresponsável, o que nem liga para quanta gente morre só para a sua festa não ser um tédio.

Entre a madame que paga o preço de um apartamento num bicho morto - o que é feio, eu admito - e o trocado que o palhaço dá, lá na faculdade, por um pacote de cocaína, é o pacotinho baratinho que está afetando o meu direito de ir e vir. É essa meleca de pacotinho que está contribuindo para um garoto de quatorze anos me ameaçar com um revólver no 234, na subida do Alto da Boa Vista. DESIGUALDADE SOCIAL É A SUA MÃEZINHA! Nós dois sabemos que ele não está roubando para comer.

Este jovem de treze anos, cujo nome foi protegido pela alcunha Fred, disse que no início, apesar de vender ecstasy e LSD, não se considerava traficante.

Eu já sei que antes de poder responsabilizar o dependente químico eu preciso resolver o problema da desigualdade social, do ensino deficiente, da qualidade de vida dos trabalhadores de baixa renda, dos moradores de área de risco e da consciência social da instituição familiar como um todo, além da participação dos pais na conscientização de seus filhos adolescentes. Quer saber? Você não me convence mais.

Tropa de Elite foi um barato que se distribuiu sozinho, fez seu marketing sozinho e virou febre. Nem o Padilha nem o ator Wagner Moura gostaram da ideia de ver Capitão Nascimento como um herói nacional, mas não foi a mídia que formou essa opinião, foi o saco cheio do povo.

Dane-se o sociólogo e dane-se o Capitão Nascimento. Eu odeio quem mata bichinhos para usar casacos bonitos e eu odeio quem sobe morro para levar dinheiro para bandido só para não ter que encarar a própria chatice.

Patrocinador do tráfico de drogas, eu considero você responsável pela consequência final dos seus atos. O que eu puder fazer para te causar embaraço até que você financie outra indústria menos destrutiva, eu farei.

A propósito: se por um milagre as drogas se tornarem legais e o tráfico tiver que vender bala Juquinha genuína para viver, eu volto a falar contigo numa boa...

... e boicoto bala Juquinha.